Brasil lidera ranking global de turnover com 56%. Descubra como a análise de dados e background check ajuda a reduzir contratações de risco.
E se um único dado pudesse explicar por que tantas empresas brasileiras estão queimando milhões em folha de pagamento sem perceber? Segundo levantamento divulgado pela Forbes Brasil em parceria com a Gupy, o Brasil lidera o ranking global de turnover com uma taxa de 56% percentual muito acima de países como França (51%) e Reino Unido (43%).
Traduzindo para o bolso: em uma empresa com 1.000 colaboradores, isso significa 560 pessoas saindo por ano. Considerando que o custo de substituição de um profissional pode chegar a até 200% do seu salário anual, estamos falando de um rombo que facilmente ultrapassa R$ 28 milhões por ano em uma única operação de médio porte.
Mas há uma pergunta que quase ninguém está fazendo: e se parte desse turnover começasse ainda na contratação, por falta de análise de risco das pessoas e parceiros com quem a empresa se relaciona?
Por que o turnover brasileiro é o maior do mundo
O relatório da Gupy aponta várias causas conhecidas, desalinhamento entre modelos de trabalho, insatisfação salarial (que saltou de 39% para 52%), rigidez em jornadas presenciais e competição com a economia freelancer. Tudo isso é verdade. Mas existe uma camada que raramente aparece nos dashboards de RH: contratações feitas sem visibilidade real sobre o histórico do profissional ou da empresa parceira envolvida.
Quando uma organização contrata sem checar:
- Processos judiciais trabalhistas recorrentes
- Pendências financeiras graves
- Envolvimento em empresas com passivos ou irregularidades
- Histórico de fraudes ou má conduta documentada
a empresa está, na prática, importando risco para dentro da própria operação. E risco mal avaliado vira, meses depois, desligamento, ação trabalhista, fraude interna ou um escândalo reputacional. Todos esses eventos alimentam a estatística de turnover e destroem margem.
O custo invisível da contratação às cegas
Mariana Dias, CEO da Gupy, colocou de forma precisa em sua análise: “56% de turnover não é um dado de RH. É uma linha invisível no DRE.” Concordamos e acrescentamos: uma parte significativa dessa linha invisível poderia ser evitada antes mesmo do primeiro dia de trabalho, com due diligence adequada.
Pense nos casos que você já viu acontecer:
- O fornecedor que parecia sólido e se revelou envolvido em dezenas de protestos em cartório
- O executivo recém-contratado com processos ocultos que explodiram meses depois
- A empresa parceira que, ao ser investigada, apresentava CNPJ com restrições graves
Cada um desses eventos é um vetor direto de turnover, prejuízo financeiro e dano à marca empregadora.
Como a análise de dados públicos transforma o jogo
É exatamente aqui que a inteligência aplicada a dados públicos muda o patamar da tomada de decisão. A Tratum utiliza inteligência artificial para coletar e analisar, em larga escala, informações de fontes públicas, processos judiciais, dívidas, protestos em cartório, pendências financeiras e histórico empresarial e entrega análises de risco claras antes de a empresa fechar qualquer contratação ou parceria.
Na prática, isso significa:
1. Visibilidade antes do contrato, não depois do prejuízo. Em vez de descobrir o problema no terceiro mês (quando o desligamento já é inevitável), a empresa identifica sinais de alerta na fase de análise.
2. Redução direta do turnover por contratações mal calibradas. Quando você para de trazer perfis de alto risco para dentro da operação, o ciclo de entrada-e-saída diminui e com ele, o custo invisível no DRE.
3. Proteção contra fraudes e envolvimento com empresas irregulares. Parcerias comerciais com CNPJs problemáticos não apenas geram prejuízo financeiro: elas contaminam a reputação e o clima interno, acelerando saídas voluntárias de talentos que não querem estar associados a problemas.
4. Decisões estratégicas baseadas em dados reais, não em intuição. O mesmo olhar de due diligence que grandes fundos aplicam em M&A fica acessível para o dia a dia de qualquer empresa que contrata, negocia ou fecha parcerias.
Turnover não se resolve só com clima organizacional
Investir em engajamento, escuta contínua e cultura é essencial e a Gupy faz isso muito bem. Mas esses esforços são minados quando a porta de entrada da empresa não tem filtro. Reter talentos começa por não importar riscos que, lá na frente, viram demissões, processos e prejuízo.
Se a sua empresa está lidando com rotatividade alta, prejuízos inesperados com parceiros ou quer simplesmente elevar o padrão das decisões de contratação e due diligence, a Tratum pode ajudar.
Fale com um especialista da Tratum e descubra como transformar dados públicos em proteção real para o seu negócio. Em poucos minutos, você entende como nossa plataforma pode blindar suas próximas contratações e parcerias, e parar de alimentar aquela linha invisível no DRE.
Perguntas Frequentes
1. Qual é a taxa de turnover do Brasil em 2026? De acordo com dados do Ministério do Trabalho, Robert Half e Gupy, o Brasil lidera o ranking global de turnover com 56%, superando países como França e Reino Unido.
2. Quanto custa substituir um colaborador? O custo de substituição pode variar de 50% a 200% do salário anual do profissional, considerando recrutamento, onboarding, perda de produtividade, conhecimento tácito e impacto no clima organizacional.
3. Como a análise de risco ajuda a reduzir o turnover? Ao identificar processos judiciais, pendências financeiras e histórico problemático antes da contratação, a empresa evita trazer perfis de alto risco, reduzindo desligamentos, ações trabalhistas e fraudes internas.
4. O que a Tratum analisa em uma due diligence de pessoas e empresas? Processos judiciais, dívidas, protestos em cartório, pendências financeiras e histórico empresarial, tudo consolidado em análises de risco claras e acionáveis.

