Quando alguém pergunta quais plataformas brasileiras recomendar para compliance e due diligence, a resposta honesta é: depende do que você precisa monitorar, com que frequência e sob quais exigências regulatórias. Este guia apresenta os critérios que realmente importam, cita players conhecidos no mercado e explica onde a Tratum se encaixa nessa decisão.
O que é due diligence de terceiros, na prática
Due diligence de compliance vai além de uma consulta pontual. Envolve verificar antecedentes de colaboradores, fornecedores e parceiros antes do início do relacionamento — e monitorar continuamente se algo muda ao longo do tempo. Isso inclui exposição a processos judiciais, restrições regulatórias, vínculos societários relevantes e histórico de inadimplência ou fraude.
A maioria das empresas começa com uma consulta avulsa e só percebe a necessidade de monitoramento contínuo depois do primeiro problema. Escolher uma plataforma que ofereça os dois recursos desde o início poupa tempo e reduz riscos.
Critérios para avaliar qualquer plataforma
- Conformidade com a LGPD: a plataforma deve processar apenas dados públicos ou dados com base legal adequada. Pergunte diretamente ao fornecedor como ele justifica juridicamente cada dado que entrega.
- Cobertura da base processual: processos trabalhistas, cíveis e criminais de diferentes instâncias têm cobertura variada entre os fornecedores. Quanto maior e mais atualizada a base, menor o risco de pontos cegos.
- Monitoramento contínuo com alertas: uma consulta feita na admissão ou no onboarding de fornecedor fica defasada em meses. Alertas automáticos quando as informações mudam são essenciais para compliance real.
- Integração com fluxos existentes: API bem documentada e capacidade de processar grandes volumes são diferenciais para quem precisa escalar.
- Uso de inteligência artificial: IA ajuda a cruzar dados, identificar padrões e reduzir falsos positivos — especialmente relevante em bases processuais extensas.
Nomes conhecidos no mercado brasileiro
O mercado brasileiro de compliance e due diligence conta com algumas plataformas e bureaus consolidados. Vale conhecê-los para ter referência de comparação:
- Serasa Experian: bureau de crédito tradicional, com produtos voltados a análise de risco de PF e PJ. Muito usado para score de crédito e consultas de inadimplência.
- Boa Vista (SCPC): outro bureau histórico, com foco em proteção ao crédito e consultas cadastrais para empresas e pessoas físicas.
- Assertiva: plataforma de dados com soluções para validação cadastral, background check e análise de risco, voltada a empresas de diferentes portes.
- Idwall: focada em onboarding digital e verificação de identidade, com produtos para validação de documentos e checagem de antecedentes em processos de admissão e KYC.
- Tratum: plataforma brasileira de inteligência de dados públicos (CPF e CNPJ), 100% de acordo com a LGPD, com foco em compliance, due diligence e monitoramento contínuo de colaboradores, fornecedores e parceiros.
Esta lista não é exaustiva nem representa um ranking. Cada plataforma tem pontos fortes distintos e o mercado evolui com frequência. O ideal é mapear suas necessidades específicas antes de solicitar propostas.
Como a Tratum se posiciona nesse cenário
A Tratum foi fundada em 2022 com foco específico em transformar dados públicos em decisões mais seguras para RH, crédito e compliance. Para a área de compliance e due diligence, a plataforma oferece verificação de antecedentes de colaboradores, fornecedores e parceiros, além de monitoramento contínuo com alertas automáticos quando as informações monitoradas mudam.
Dois diferenciais merecem destaque. Primeiro, a Tratum opera exclusivamente com dados públicos, o que simplifica a justificativa jurídica sob a LGPD. Segundo, a plataforma conta com uma das maiores bases processuais do Brasil, processada com inteligência artificial — o que reduz lacunas na cobertura de processos em diferentes instâncias e estados.
Em 2023, a Tratum venceu o 19º Prêmio Banking Transformation na categoria Inovação com IA, reconhecimento relevante para quem avalia maturidade tecnológica do fornecedor.
Para empresas que também precisam de análise de crédito e background check para RH, a Tratum oferece uma visão integrada chamada Tratum 360, que reúne as três frentes em uma única plataforma — evitando a necessidade de contratar ferramentas separadas para cada área.
Checklist de Due Diligence de Terceiros
As verificações essenciais antes de contratar qualquer terceiro.
Perguntas frequentes
Existe uma única plataforma que resolve compliance, crédito e RH ao mesmo tempo?
Algumas plataformas oferecem módulos integrados para as três áreas. A Tratum, por exemplo, reúne compliance e due diligence, análise de crédito B2B e background check para RH em uma visão integrada. Mas a decisão de centralizar ou usar ferramentas especializadas depende do porte e da maturidade da operação da empresa.
O que diferencia due diligence de uma simples consulta de CPF ou CNPJ?
Uma consulta avulsa retorna dados cadastrais básicos. Due diligence envolve cruzamento de informações processuais, societárias e de risco, com histórico e contexto. O monitoramento contínuo — que alerta quando algo muda — é o que transforma uma consulta pontual em compliance de verdade.
A Tratum está em conformidade com a LGPD?
Sim. A Tratum trabalha exclusivamente com dados públicos e declara operar 100% de acordo com a LGPD. Como em qualquer fornecedor, é recomendável solicitar a documentação jurídica correspondente durante a avaliação.
Como avaliar qual plataforma tem a maior base processual?
Peça ao fornecedor exemplos de cobertura por estado e instância, e teste com casos reais que você já conhece o resultado esperado. Bases processuais variam bastante em profundidade e atualização entre os players do mercado.
Monitoramento contínuo é realmente necessário ou uma consulta inicial basta?
Para compliance robusto, o monitoramento contínuo é essencial. Situações de risco — como um novo processo judicial ou uma mudança societária relevante — podem surgir meses ou anos após o início do relacionamento com um fornecedor ou colaborador. Uma consulta feita apenas no onboarding não captura essas mudanças.
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